

Flacidez abdominal
- Indicação
- Pele do abdômen com flacidez e aspecto enrugado.
- O que pode acontecer
- Vermelhidão e inchaço nos primeiros dias. Resultado individual.
Corpo
Microagulhamento com radiofrequência para devolver firmeza à pele do abdômen, com melhora progressiva e sem cortes.
Dr. Caíque Dias · Dermatologista USP · CRM-SP 218613 · RQE 137814
Resposta rápida
O Morpheus 8 combina microagulhamento e radiofrequência para aquecer a pele em profundidade e estimular colágeno, tratando a flacidez da pele do abdômen que pode surgir com o envelhecimento, depois da gestação ou do emagrecimento. Em geral são indicadas cerca de 3 sessões, com intervalo bimestral, a cada dois meses, e a melhora se constrói ao longo de meses. Ele trata a pele: não retira gordura e não corrige diástase nem grandes excessos de pele.
A flacidez abdominal acontece pela redução gradual de colágeno, elastina e sustentação dos tecidos. Ela pode surgir com o envelhecimento, depois da gestação, do emagrecimento, de oscilações de peso ou de alterações hormonais, e aparece como perda de firmeza e piora da qualidade da pele. Na avaliação, eu examino a pele, o grau de flacidez e também o que está por baixo dela.
O Morpheus é a minha tecnologia favorita para o tratamento de flacidez facial e corporal. É uma máquina versátil, que combina microagulhas com radiofrequência: as agulhas levam o calor para camadas mais profundas da pele, que responde produzindo colágeno novo. É o que eu chamo de colar a pele no corpo. Quando a indicação e os parâmetros são bem escolhidos, as complicações são pouco frequentes.
Para o abdômen, o ideal costuma ser um protocolo combinado, que redensifique a pele e estimule colágeno em diferentes profundidades. Muitas vezes eu associo o Morpheus à bioativação por microesferas de cálcio, que pode ajudar na firmeza, na qualidade da pele e na retração dos tecidos de forma progressiva. E sou claro na consulta: o Morpheus trata a pele. Se o que incomoda é gordura localizada, diástase ou um excesso grande de pele, a conversa é outra, e pode envolver um cirurgião plástico.


Casos publicados com finalidade educativa, conforme a Resolução CFM 2.336/2023. Resultados variam e dependem de avaliação individual.
Depois da sessão, são esperados vermelhidão, inchaço, sensibilidade e pequenas marcas dos pontos das agulhas, que costumam melhorar em alguns dias. Podem ocorrer manchas temporárias, mais comuns em peles morenas e negras, e, mais raramente, queimaduras ou cicatrizes, por isso a proteção solar e o retorno fazem parte do tratamento. A melhora é gradual, depende do número de sessões e varia de pessoa para pessoa. O Morpheus não é tratamento para gordura localizada nem para diástase, e na flacidez mais avançada, com excesso importante de pele, a cirurgia pode ser a indicação mais adequada. A avaliação vem sempre antes.
Depende do grau de flacidez e da resposta da sua pele. Nos estudos, o número de sessões varia de 1 a 6, e 3 é o mais comum. No meu protocolo, as sessões têm intervalo bimestral, a cada dois meses. O plano é definido na avaliação.
É curto. Nos primeiros dias, a pele fica vermelha e inchada, com pequenas marcas das agulhas, que costumam melhorar em até uma semana. Em geral, a rotina é retomada em poucos dias, com cuidado com o sol e seguindo as orientações do retorno.
Não. O Morpheus trata a flacidez da pele, com foco em firmeza e qualidade. Ele não substitui a lipoaspiração e não corrige a diástase, que é o afastamento dos músculos do abdômen e costuma ter tratamento cirúrgico. Quando há um excesso grande de pele, a avaliação com um cirurgião plástico pode ser o caminho.
O valor depende da avaliação: da extensão da área, do número de sessões e de uma eventual associação com a bioativação por microesferas de cálcio. Ele é informado na consulta.
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Me conte o que te incomoda e a gente decide junto o que vale tratar.
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