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Olhar

Bioestímulo na região dos olhos em São Paulo

Uma hidratação de dentro para fora para a pele abaixo dos olhos que craquela ao sorrir, com um biorregenerador tecidual próprio para a região.

Dr. Caíque Dias · Dermatologista USP · CRM-SP 218613 · RQE 137814

Resposta rápida

O bioestímulo na região dos olhos é a aplicação de um biorregenerador tecidual indicado para a pele fina da pálpebra inferior, que ajuda a melhorar o viço e a textura e deixa o olhar mais descansado. É indicado para a olheira em que a pele parece desidratada e craquela ao sorrir, e não para a olheira funda, que costuma pedir preenchimento com ácido hialurônico. A melhora é gradual e, em geral, o protocolo tem mais de uma sessão.

Para quem é

  • Quando sorrio, a pele abaixo dos olhos fica craquelada.
  • Sinto a região dos olhos ressecada, com aspecto apergaminhado, mesmo usando creme.
  • Meu olhar parece cansado, mesmo quando durmo bem.
  • Tenho linhas finas ao redor dos olhos e quero melhorar a qualidade da pele sem mudar meu sorriso.

Como eu faço

Existem vários tipos de olheira, e o primeiro passo é entender qual é o seu. Na consulta, eu observo a pele, a cor e o relevo da região. Se, quando você sorri, a pele abaixo dos olhos fica com um craquelado, como se estivesse desidratada, com um aspecto meio apergaminhado, talvez o que falte no seu caso não seja creme, e sim uma hidratação de dentro para fora.

Para esse tipo de olheira, eu uso um biorregenerador tecidual específico para a região dos olhos, um dos poucos que podem ser aplicados nessa área tão delicada. Ele ajuda a melhorar o viço e a textura da pele e deixa o olhar mais descansado. Em pacientes mais jovens, o mesmo raciocínio vale para os pés de galinha: junto com a toxina botulínica, um biorregenerador específico para a região ajuda na hidratação e na qualidade e firmeza da pele. É um dos meus tratamentos preferidos para a área dos olhos.

Ele não substitui o preenchimento. Quando a olheira é funda, com um sulco marcado entre a pálpebra e a bochecha, o que falta é estrutura, e aí o ácido hialurônico pode ser a indicação, às vezes combinado com o bioestímulo. A aplicação é feita no consultório, em geral em mais de uma sessão, com intervalo de algumas semanas, e o resultado aparece aos poucos. É a Beleza de Precisão: tratar a causa certa, sem excesso.

O que pode acontecer

A pele da região dos olhos é fina e reage com facilidade. Depois da aplicação, são comuns vermelhidão, inchaço, ardor, sensibilidade e pequenos hematomas, que costumam melhorar em poucos dias. A melhora é gradual, em geral depende de mais de uma sessão e varia de pessoa para pessoa. O biorregenerador tecidual não trata todos os tipos de olheira: quando a causa é um sulco profundo ou um excesso de pele na pálpebra, a indicação pode ser outra. Por isso a avaliação vem antes de qualquer agulha, e gestação e amamentação devem ser informadas na consulta.

Perguntas frequentes

O que é aplicado no bioestímulo da região dos olhos?

É um biorregenerador tecidual específico para a região dos olhos, indicado quando a pele parece desidratada e craquela ao sorrir. Nem todo produto injetável pode ser usado nessa região, porque a pele da pálpebra inferior é muito fina, e ele é um dos poucos que podem ser aplicados ali. A indicação é confirmada na avaliação.

Qual a diferença entre o biorregenerador e o preenchimento de olheiras?

O preenchimento com ácido hialurônico repõe estrutura e é indicado para a olheira funda, com sulco marcado, com efeito imediato. O biorregenerador tecidual trabalha a qualidade da pele, como viço, textura e linhas finas, com melhora gradual. Em alguns casos, os dois são combinados.

Em quanto tempo aparece o resultado do bioestímulo nos olhos?

A melhora é gradual e costuma ficar mais visível ao longo de semanas a poucos meses, depois de mais de uma sessão. O número de sessões e o intervalo entre elas dependem do produto indicado e da resposta da sua pele.

Quanto custa o bioestímulo na região dos olhos?

O valor depende da avaliação: do tipo de olheira, do número de sessões e de uma eventual associação com outros tratamentos. Ele é informado na consulta.

O primeiro passo é uma conversa.

Me conte o que te incomoda e a gente decide junto o que vale tratar.

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